È interessante que quando reflectimos sobre a utilização e o papel das Bibliotecas desde os primórdios da sua existência, notamos uma tremenda evolução.
A biblioteca era outrora um local inacessível ao cidadão comum. Eram poucas as pessoas capazes de compreender o código escrito, e havia interesse em manter a camada social mais baixa longe do “conhecimento”, o seu acesso era privilégio de apenas alguns.
Actualmente, os avanços tecnológicos permitem uma utilização das bibliotecas, bem diferente do passado, podemos dizer que a situação reverteu. O acesso ao conhecimento está hoje disponibilizado a todos, as novas tecnologias quebraram barreiras físicas e permitem o acesso à informação a partir dos lugares mais remotos do planeta. A Internet revolucionou o mundo da informação, e hoje, o objectivo não é vedar o acesso ao conhecimento, mas sim permitir o seu acesso, ao maior número de pessoas.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Podcast de som nas bibliotecas
Um instrumento aparentemente ainda, digamos, não tão divulgado como outros (o vídeo por exemplo). Mas interessante e com algumas potencialidades que uma biblioteca aberta à "era digital" não poderá perder.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Biblioteca Digital Europeia
A Comissária para a Sociedade de Informação e Meios de Comunicação já deu o seu apoio formal ao trabalho da Fundação para a Biblioteca Digital Europeia (European Digital Library Foundation).
Entre os membros da Fundação contam-se as principais associações de instituições vocacionadas para o património e a informação.
A Biblioteca Digital Europeia tem em desenvolvimento um sítio Web protótipo, a ser lançado durante o próximo ano. Simultaneamente com a apresentação formal dos Estatutos à Comissária, a Fundação anunciou o tema CIDADE como o primeiro dos temas desse sítio Web.
O projecto da biblioteca digital europeia está a reunir conteúdos digitalizados dos arquivos, museus, colecções audiovisuais e bibliotecas, compreendendo mapas, artefactos, fotografias, som, imagens em movimento, livros, documentos de arquivo e obras de arte para explorar dois milénios de ligações entre as cidades europeias.
A Biblioteca Digital Europeia encontra-se alojada na Koninklijke Bibliotheek, a biblioteca nacional dos Países Baixos e é liderada pela Conference of European National Librarians (Conferência dos Directores de Bibliotecas Nacionais da Europa).
Trata-se de um dos mais emblemáticos projectos no âmbito das iniciativas i2010 da Comissão para criar uma Sociedade Europeia da Informação que promova o crescimento e o emprego (ver IP/05/643 ).
Em 25 de Agosto de 2006, a Comissão adoptou uma Recomendação sobre digitalização e preservação digital (ver IP/06/1124 e MEMO/06/311 ) que incentiva os Estados Membro a implementar mecanismos de digitalização em larga escala, de forma a acelerar o processo de disponibilização em linha da herança cultural da Europa, através da Biblioteca Digital Europeia.
Em Novembro de 2006, a ideia da biblioteca digital europeia foi fortemente apoiada pelos Ministros da Cultura de todos os Estados Membro da União Europeia, sendo mais recentemente secundada pelo Paralamento Europeu na sua Resolução de 27 de Setembro de 2007.
Mais informação sobre a Biblioteca Digital Europeia disponível em http://www.europeandigitallibrary.eu/edlnet/
Fonte BN
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Bibliotecas Digitais,
Oportunidade
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Biblioteca 2.0
A biblioteca 2.0 é um modelo de funcionamento que de certa forma permite às bibliotecas responderem mais rapidamente às necessidades dos seus utilizadores, o que não significa que estas deixem de se preocupar com os utilizadores “tradicionais” ou até mesmo com a sua missão.
A mudança rápida das estruturas de organização mais flexíveis, das novas ferramentas web 2.0 e da participação do utilizador que de certa forma torna a biblioteca mais forte e mais eficaz no que concerne às reais necessidades dos utilizadores, mesmo num ambiente com maior número de utilizadores.
A mudança rápida das estruturas de organização mais flexíveis, das novas ferramentas web 2.0 e da participação do utilizador que de certa forma torna a biblioteca mais forte e mais eficaz no que concerne às reais necessidades dos utilizadores, mesmo num ambiente com maior número de utilizadores.
O serviço prestado pelas bibliotecas ditas tradicionais, não previam a possibilidade de ser o próprio utilizador a “gerir” a biblioteca e a partilhar informação, o que actualmente não se verifica com a nova era de bibliotecas 2.0, onde a sua missão passa por criar redes de comunicação entre utilizadores e bibliotecários e entre os próprios utilizadores.
Em suma, podemos referir que inicialmente as bibliotecas digitais tinham como objectivo o armazenamento, organização e a difusão da informação aos utilizadores em formato digital, o que sofreu uma grande alteração, nomeadamente com o aparecimento e aplicação da web 2.0, onde se desenvolveram serviços orientados para o utilizador e espaços de colaboração e participação.
Em suma, podemos referir que inicialmente as bibliotecas digitais tinham como objectivo o armazenamento, organização e a difusão da informação aos utilizadores em formato digital, o que sofreu uma grande alteração, nomeadamente com o aparecimento e aplicação da web 2.0, onde se desenvolveram serviços orientados para o utilizador e espaços de colaboração e participação.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Essencial?
Um aspecto que por vezes é esquecido quando se fala em Bibliotecas 2.0 é o dos bibliotecários. Sim as pessoas. É que não basta ter as ferramentas de colaboração, não basta envolver os utilizadores, a comunidade é preciso passar a barreira, por vezes a mais difícil, do status quo dos profissionais.
Na área a colaboração é muitas vezes vista com desconfiança, os utilizadores como “inimigos” ou no mínimo como alguém que “é preciso explicar tudo”, eles até não percebem a CDU, vejam lá.
Nas Bibliotecas 2.0 os profissionais têm que promover a colaboração interna e externa, usando as tecnologias da Web 2.0 para amplificar os resultados, não tendo medo de abrir o “âmago” da biblioteca.
Na área a colaboração é muitas vezes vista com desconfiança, os utilizadores como “inimigos” ou no mínimo como alguém que “é preciso explicar tudo”, eles até não percebem a CDU, vejam lá.
Nas Bibliotecas 2.0 os profissionais têm que promover a colaboração interna e externa, usando as tecnologias da Web 2.0 para amplificar os resultados, não tendo medo de abrir o “âmago” da biblioteca.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Exemplos
O professor Lino Oliveira sugeriu este link sobre a aplicação de tecnologias Web 2.0 em bibliotecas de Nova Iorque
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Os Serviços de Referência e as Bibliotecas Digitais
Todos sabemos a importância dos serviços de referência no acesso ao conhecimento e em especial nas Bibliotecas Digitais.
Hoje em dia a informação online é cada vez mais diversificada quer em conteúdo quer em suporte, e o acesso por parte do utilizador é cada vez mais rápido e inovador, no entanto ainda existe muita informação que apesar de ser aquela que responde melhor às nossas necessidades, na altura da busca, ela não é encontrada.
Muitas vezes isso acontece porque não se conheçem bem as ferramentas de pesquisa utilizadas pela base de dados da WEB.
De nada serve muita informação se não soubermos como chegar a ela, por isso é cada vez mais importante organizar a informação e criar meios que permitam o seu acesso eficazmente.
É uma tarefa dificil uma vez que é muita informação e já não é só texto, é tambem imagem, som objectos, o que obriga a redefinir o conceitos de Gestão da Informação e é tambem um desafio colocado à indexação.
Hoje em dia a informação online é cada vez mais diversificada quer em conteúdo quer em suporte, e o acesso por parte do utilizador é cada vez mais rápido e inovador, no entanto ainda existe muita informação que apesar de ser aquela que responde melhor às nossas necessidades, na altura da busca, ela não é encontrada.
Muitas vezes isso acontece porque não se conheçem bem as ferramentas de pesquisa utilizadas pela base de dados da WEB.
De nada serve muita informação se não soubermos como chegar a ela, por isso é cada vez mais importante organizar a informação e criar meios que permitam o seu acesso eficazmente.
É uma tarefa dificil uma vez que é muita informação e já não é só texto, é tambem imagem, som objectos, o que obriga a redefinir o conceitos de Gestão da Informação e é tambem um desafio colocado à indexação.
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